Série sobre morte de Gianni Versace será contada sob ótica da homofobia

Por pedrodiniz

As primeiras imagens da segunda temporada da série “American Crime Story”, divulgadas nesta quarta-feira (21) pela revista “Entertainment Weekly”, causaram espanto dos internautas pela caracterização fidedigna dos personagens da história, intitulada “O Assassinato de Gianni Versace”.

Mas para além da transformação da atriz Penélope Cruz na estilista Donatella Versace, e a do protagonista Édgar Ramírez no designer que dá nome à série, o que também deve prender o público do canal a cabo “FX” é o viés social do roteiro que reconstitui os bastidores do crime mais midiático da moda, ocorrido em julho de 1997.

Em entrevistas recentes, o produtor Ryan Murphy disse que, além de pesquisar os fatos que levaram o gigolô Andrew Cunanan (na série interpretado pelo ex-“Glee”, Darren Criss) a matar o fundador da grife Versace, também procura evidências de como a homofobia influiu na tragédia.

Cunanan já havia matado quatro homossexuais antes de atirar duas vezes na nuca de Gianni, em frente à casa do estilista em Miami Beach. Uma suposta negligência das autoridades locais, motivada pelo descaso com a morte de gays, teria colaborado para o desfecho trágico da história.

A série está prevista para estrear no início de 2018. Abaixo, veja imagens do cantor Ricky Martin, que interpreta o ex-namorado de Versace, Antonio D’Amico, e dos atores Penélope Cruz, Édgar Ramirez e Darren Criss caracterizados.

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